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É Primavera…

Atapoã Feliz

Hoje eu acordei pensando em Rubem Alves, o poeta que falava com as flores…                           Não é por menos, é dia do Professor e estamos na Primavera!                                                           Assim, em homenagem a todos os professores, trago a belíssima passagem desse grande educador mineiro, ilustrada com vídeo e música que lançamos recentemente, com imagens captadas do Google.

“Os sinais eram inequívocos. Aquelas nuvens baixas, escuras… O vento que soprava desde a véspera, arrancando das árvores folhas amarelas e vermelhas. É, está chegando o inverno. Deveria nevar. Viriam então a tristeza, as árvores peladas, a vida recolhida para funduras mais quentes, os pássaros já ausentes, fugidos para outro clima, e aquele longo sono da natureza, bonito quando cai a primeira nevada, triste com o passar do tempo… Resolvi passear, para dizer adeus às plantas que se preparavam para dormir, e fui, assim, andando, encontrando-as silenciosas e conformadas diante do inevitável, o inverno que se aproximava. E foi então que me espantei ao ver um arbusto estranho. Se fosse um ser humano, certamente o internariam num hospício, pois lhe faltava o senso da realidade, não sabia reconhecer os sinais do tempo. Lá estava ele, ignorando tudo, cheio de botões, alguns deles já abrindo, como se a primavera estivesse chegando. Não resisti e, me aproveitando de que não houvesse ninguém por perto, comecei a conversar com ele. Perguntei se não percebia que o inverno estava chegando, que os seus botões seriam queimados pela neve naquela mesma tarde.
Argumentei sobre a inutilidade daquilo tudo, um gesto tão fraco que não faria diferença alguma. Dentro em breve tudo estaria morto…E ele me falou, naquela linguagem que só as plantas entendem, que o inverno de fora não lhe importava, o seu era um ritmo diferente, o ritmo das estações que havia dentro. Se era inverno do lado de fora, era primavera lá dentro dele, e seus botões eram um testemunho da teimosia da vida que se compraz mesmo em fazer o gesto inútil. As razões para isso? Puro prazer. [...]
E me lembrei de uma velha tradição de Natal, ligada à árvore. As famílias levavam arbustos para dentro de suas casas. E ali, neve por todas as partes, elas o faziam florescer, regando-os com água aquecida. Para que não se esquecessem de que, em meio ao inverno, a primavera continua escondida em alguma parte.”

Num Certo Café…

 

Atapoã Feliz

Gosto de sentar-me sozinho à mesa de um Café. Passar despercebido. Um anônimo.

Logo, os primeiros acordes do piano invadem o recinto trazendo um misto de paz e alegria. Já que não posso tomar café, contento-me com o seu aroma. Não sei se estou certo, mas, para mim, o café é mais cheiroso do que gostoso.

Já para Mário Quintana “O café é tão grave, tão exclusivista, tão definitivo que não admite acompanhamento sólido. Mas eu o driblo, saboreando, junto com ele, o cheiro das torradas-na-manteiga que alguém pediu na mesa próxima.”

 Não aprecio aqueles lugares “da moda”, que geralmente estão sempre lotados, onde cada um quer falar mais alto que o outro, gerando, enfim, um abominável vozerio ensurdecedor.

Outra coisa, se você quer impressionar uma garota, aqui vai uma dica, não a leve ao Café “mais badalado” ou “mais luxuoso”, visto que isso não é sinônimo de bom gosto. Sem nenhum laivo de preconceito, li, certa vez, que um rapaz estava apaixonado e levou a moça a um Café muito famoso e caríssimo. Antes do garçom veio o indefectível vendedor de rosa, com aquela frase  manjada: -uma rosa para uma flor… Para encurtar a história do desditoso enamorado, eis que surge resfolegante brutamontes envergando uma bermuda, com chinelo de dedos, para sentar-se justamente à mesa vizinha.

Enfim, para mim, todo Café deve ser romântico, ter charme e uma atmosfera poética…

Com imagens do Google, apresento o vídeo com a trilha feita com o teclado Tyros5 da Yamaha.

Nuvens

Atapoã Feliz

Mas o que dizer das nuvens?

Que as nuvens altas são sempre antecedidas do prefixo “cirro” porque apresentam sempre um aspecto tênue e fibroso? Que as que são capazes de produzir precipitação identificam-se com o termo “nimbo”? Claro que não! Primeiro porque este não é o sítio adequado; segundo porque devemos deixar esse encargo aos entendidos.

O grande poeta e dramaturgo espanhol Federico Garcia Lorca, instado a falar sobre composições poéticas, saiu-se com esta: – “Mas o que vou dizer da Poesia? O que vou dizer destas nuvens, deste céu? Olhar, olhar, olhá-las, olhá-lo, e nada mais. Compreenderás que um poeta não pode dizer nada da poesia. Isso fica para os críticos e professores. Mas nem tu, nem eu, nem poeta algum sabemos o que é a poesia.”

O meu amigo Jorge Adelar Finatto, escritor, poeta e fotógrafo de singular sensibilidade, diz que “A observação das aves e das nuvens é uma das atividades que mais me cativam.” (Blog “O Fazedor de Auroras”).
Aliás, Jorge está expondo alguns de seus trabalhos no charmoso Café do Porto (Rua Padre Chagas, 293, bairro Moinhos de Vento, Porto Alegre, RS). O vernissage foi dia 12 deste mês de janeiro. A exposição vai até o dia 02 de fevereiro do corrente ano. Este blog recomenda.

Ainda sobre nuvens e poetas, Charles Baudelaire disse que “O poeta é como o príncipe das nuvens. As suas asas de gigante não o deixam caminhar.”

As belíssimas imagens das nuvens foram captadas do Google. A pequena trilha musical foi feita ontem, com exclusividade para o blog, com o teclado Tyros5 da Yamaha.
Finalmente, agradecemos ao indefectível pessoal do You Tube.

Panistas de bar

Atapoã Feliz

Todo cinéfilo sabe que o mais famoso pianista de bar não tocava piano. Em Casablanca, Sam (Arthur “Dowley” Wilson) era o pianista do bar do Rick (Humphrey Bogart). Na verdade o piano era apenas uma carcaça com teclas. Enfim, uma caixa vazia. A voz e o som do piano vinham do verdadeiro pianista e compositor Elliot Carpenter localizado atrás da câmera. Nas filmagens, Elliot ficava num lugar onde Wilson podia ver e imitar seus movimentos de mãos.  “Dowley” era excelente ator e foi muito convincente no seu papel.

Assim também é a vida. Os verdadeiros pianistas de bar são heróis anônimos. Estão ali para atender aos pedidos de frequentadores assíduos ou não, que às vezes nem sequer ouvem aquilo que haviam solicitado. Não raro, pacientemente e solícitos, os pianistas procuram dar atenção àqueles fregueses que querem contar o seu infortúnio enquanto pedem as intermináveis “saideiras”. E quando querem ouvir alguma música que não sabem o nome e então procuram cantá-la?  É um horror! Com voz arrastada tentam, sem nenhum sucesso, fazê-la emergir do repertório do profissional.

Aliás, dizem que num bar havia um pianista com um macaco que percorria as mesas depois de cada número para recolher as gorjetas. Certa vez, enquanto o pianista tocava, o macaquinho saltou para cima do balcão e sentou no copo de um freguês. Este, irritado, foi ao pianista e vociferou:- Sabe que seu macaco enfiou a bolsa escrotal dentro do meu martini? Depois de haver esticado o ouvido, o pianista respondeu sem parar de tocar: – Não, mas se você cantarolar um pedacinho talvez eu me lembre! (Pano rápido).

A pequena trilha musical, composta exclusivamente para o blog, foi feita com o auxílio do Teclado Tyros5 da Yamaha. Estilo Jazz.

As imagens são do Google.

Músicos de rua

Atapoã Feliz

Há alguns meses eu estava na Livraria Cultura, galeria da Avenida Paulista onde funcionava o tradicional Cine Astor, quando ouvi o trinado de um clarinete. Saí para ver de onde procedia aquele som não muito agradável, pois se tratava da execução de um desses “ruídos” atuais que invadem sem cerimônia nossos ouvidos.
Aproximei- me. O músico estava sentado num caixote. Tratava-se de um senhor beirando os 50 anos, de cabelos, barba e bigode grisalhos. Terminada aquela execução, pedi-lhe que tocasse “Petite Fleur”, música de 1952, composta pelo clarinetista e saxofonista americano Sidney Brechet (1897 – 1959), quando residiu na França.
Seus olhinhos negros brilharam. Antes de iniciar, sussurrou com ar de cumplicidade: – com muito prazer!
Sua performance foi irrepreensível. Aqueles sons agradabilíssimos remeteram-me a uma época longínqua. Que saudade… A propósito, como disse Samuel Howe, “Quando se houve boa música fica-se com saudade de algo que nunca se teve e nunca se terá.”
Terminada a apresentação, antes que eu o agradecesse, ouvi surpreso: – muito obrigado por pedir essa música…
Para homenagear os artistas ou músicos de rua, cujo epíteto nada tem de depreciativo, fiz o vídeo com imagens captadas do Google. A música “Para não esquecer” foi gravada pela Orquestra de Câmara Arte em Música, em 2007, com os seguintes integrantes: Carmen Sylvia Tomasini Pernambuco Pessini , piano e arranjos; Edgar Piacentini, primeiro violino; Aramís A. Rocha, segundo violino; José Eduardo D’Almeida, viola; Lara Ziggiatti Monteiro, violoncelo; João Carlos Goehring, oboé, e André Cardoso , contrabaixo. Todos amigos de longa data…

O Aniversariante que não foi convidado

Atapoã Feliz

Sei que bem poucos terão o trabalho de acessar este post. Nesta época de festas, Natal e Ano Novo, quase todos estão envolvidos na azáfama de comprar presentes ou adquirir ingredientes para a “ceia”. Alguns, pressurosos, saem desvairadamente em busca de um shopping ainda aberto, quiçá um supermercado, para que possam comprar, de última hora, uma lembrancinha para o “chefe”. Nessa hora até charutaria serve, mesmo que o futuro sortudo não fume!

Já se disse alhures que, paradoxalmente, “Na ceia de Natal o Aniversariante não é convidado”.

O meu filho Emmanuel lembra que viu uma tirinha na qual Jesus indagava a Papai Noel: “Por que você atrapalha o meu aniversário?”. Afora a irreverência, a charge vem bem a propósito.

Há alguns dias, li a belíssima passagem “Neste Natal eu quero…”, de cujo texto sobressai o seguinte excerto:

“Houve um tempo em que me perguntava e hoje repasso a pergunta para ti, meu irmão de fé: – Jesus, o aniversariante, ficaria frustrado ou melindrado com o esquecimento de seu aniversário? Ficaria magoado com a situação?”

“Hoje, voltando os olhos da alma para as lembranças da estrada da vida, vejo o quanto precisei caminhar e em quantas pedras tropecei para entender que Jesus não tem ‘ego’ e por isso ele não fica melindrado pelo esquecimento, nem tampouco alegre com a lembrança. Quem pensa diferente é porque precisa ainda caminhar muito para entender que Jesus pensa em cada um de nós e não nele próprio.” (Irmão Savas – Mentor do Núcleo Espírita Nosso Lar).

Minhas músicas sempre foram utilizadas como trilhas para os vídeos editados neste blog. Mas hoje, por óbvio, trago a belíssima “Noite Feliz”, composição do padre Franz Xaver Gruber .

As imagens foram captadas do Google.

Teclado PSR s910 da Yamaha.

Walking in the rain

 

Atapoã Feliz

Sempre quando vejo alguém perambulando na chuva, tenho ímpetos quase que incontidos de perguntar o que ele ou ela está pensando ou por que está caminhando sem rumo justamente no momento daquela precipitação atmosférica.

Porém, jamais fiz essa pergunta.

Hoje, li o belíssimo poema “O corpo doce da chuva” do poeta Jorge Adelar Finatto, editor do blog “O Fazedor de Auroras”, o qual traz cristalinamente a resposta àquela pertinaz indagação:

“a noite passada fiquei ouvindo a chuva no telhado.

desliguei a luz, fechei o livro, afundei na poltrona do escritório, pra ficar só com o som da chuva,

nas telhas, em volta da casa, nas árvores, no verde balde cantante do jardim.

fiz silêncio para ouvir. a voz da chuva.

me levou pra bem longe.

uma chuva como da primeira vez que choveu no mundo.

a chuva que alguém sentiu na pele há 6 mil anos num jardim perdido.

o som da chuva é música ancestral do mundo, a canção principial.

a chuva espalhou-se em mim e me arrastou pra longe do que eu sou, chuva boa de fugir nela.

imemorial e materna, colo pra dormir.

fiz silêncio até me sentir parte da chuva, até me diluir no seu ventre, no seu corpo doce e molhado,

até me esquecer.”

As imagens foram captadas do Google.

Espero que a trilha musical, feita exclusivamente para o blog, seja também “boa de fugir nela”…

O Sapateado do Verdão (atualizado)

Atapoã Feliz

Eu não me lembro desde quando sou palmeirense. Parece algo inato.

Segundo consta, “Nenhum clube brasileiro colecionou tantas glórias e ostenta uma história tão vitoriosa quanto o Palmeiras. Tais conquistas, desde estaduais a internacionais, renderam ao Verdão, fundado em 1914, a alcunha de “Campeão do Século 20″, conforme ranking elaborado por órgãos de imprensa e instituições de respeito, como a Federação Paulista de Futebol, o Estado de São Paulo, a Folha de São Paulo e a Revista Placar.”

De acordo, ainda, com os arquivos do Departamento de História da Sociedade Esportiva Palmeiras, “Entre as épocas mais vencedoras da equipe estão as duas Academias (uma na década de 60 e outra nos anos 70) e a chamada Era Parmalat (na década de 90). Maior detentor de títulos nacionais (oito Brasileiros, duas Copas do Brasil e uma Copa dos Campeões), o Palmeiras foi também o primeiro campeão mundial interclubes da história do futebol, ao conquistar, em 1951, a Copa Rio, quando, inclusive, completou as Cinco Coroas – cinco troféus seguidos em um período de um ano: duas Taças Cidade de São Paulo, um Paulista, um Rio-São Paulo e a própria Copa Rio.”(www.palmeiras.com.br).

Além disso, jamais haverá, em tempo algum, uma dupla de meio de campo tão célebre quanto Dudu & Ademir da Guia. Dentre seus torcedores mais ilustres destaca-se o ídolo Roberto Carlos.

Como se sabe a razão de ser deste blog é a Música, mas eu não poderia deixar de homenagear o Palmeiras que, após sofrer agruras que não cabe aqui comentar, ressurge soberbo com toda a sua pujança, conquistando este ano de 2015 o tricampeonato da Copa do Brasil, sob a batuta do competente técnico mineiro Marcelo de Oliveira, num jogo dramático e emocionante com o aguerrido Santos Futebol Clube.

Ontem, antes do jogo, assisti “São Marcos”, belíssimo documentário que narra a trajetória do camisa 12 no Verdão e na Seleção Brasileira. Dirigido por Thiago Di Fiore, Adolfo Rosenthal e Fábio Di Fiore, o filme, dentre outras coisas, narra desde a infância do jogador em Oriente (SP), suas primeiras defesas em Lençóis Paulista (SP); o primeiro jogo com a camisa do Palmeiras, em 1992,e a conquista da Libertadores de 1999 e a Copa do Mundo de 2002, com a Seleção Brasileira.

O Palmeiras sempre teve ótimos goleiros, e com o jogo de ontem não tenho nenhuma dúvida que desponta um novo santo: o São Prass. Nessa partida, Fernando Prass teve uma atuação irrepreensível. Considerando que para a final não valeu a regra do gol qualificado, e tendo em vista que no primeiro jogo o Santos venceu por 1 a 0 na Vila Belmiro, e no Allianz Parque o Palmeiras venceu por 2 a 1 (gols de Dudu e Ricardo de Oliveira), a Copa do Brasil foi disputada nos pênaltis. São Prass pegou um pênalti, cobrou outro e converteu. Com isso o Verdão conquistou o tricampeonato!

Por toda essa glória, o Palmeiras hoje é imitado por muitos. A propósito, já se disse que a imitação é uma lisonja qualificada.

Para demonstração de regozijo nada mais indicado do que o sapateado. Segundo os entendidos o sapateado é “uma dança de palco, em que padrões rítmicos são marcados batendo-se no assoalho com os dedos dos pés e os calcanhares, os pés devidamente calçados com sapatos dotados de placas metálicas (ou ‘taps’, daí o nome inglês ‘tap dance’).” (Dicionário Grove de Música, Jorge Zahar Editor).

Com o teclado Yamaha PSR-S910 surgiu “Sapateado do Verdão”, em homenagem ao grande campeão de todos os tempos.
As ilustrações vêm assinadas pelo talentoso artista Alexandre Leoni, que idealizou o periquito sapateando no seu palco predileto: O Allianz Parque.
O vídeo foi editado por Daniella Fernanda.

O Ether

Atapoã Feliz

Não tenho nenhuma formação científica para discorrer sobre o Éter ou Ether físico. Confesso que tentei ler alguma coisa a respeito e cheguei à conclusão de que houve pura perda de tempo dos “entendidos” quanto às intermináveis discussões sobre a existência ou não do éter.

A propósito, três séculos antes de Cristo, Aristóteles já dizia que “A natureza tem horror ao vácuo”. E hoje, continua tendo! Visto que não é possível obter o vácuo absoluto. Nota-se que a problemática do vácuo absoluto está jungida à discussão em torno do éter…

Dèscartes concebia o éter como uma substância que preenchia todos os espaços.

Segundo consta, na Teoria da Relatividade Especial, Einstein ignorou o conceito de Éter. Já na Relatividade Geral o admitiu. Tanto que numa conferência na Holanda, em 1920, registrou que “De acordo com a teoria da relatividade geral, um espaço sem éter é impensável; porque em um espaço assim não haveria propagação da luz, nem possibilidade de padrões de espaço e de tempo (réguas e relógios), nem intervalos de espaçotempo, no sentido físico”. (Éter e teoria da relatividade).

Já os céticos, numa afirmação anticientífica, dizem que “não foi encontrada evidência experimental de sua existência.” Ora, façam-me o favor!

O gênio Nikola Tesla, inventor do gerador de corrente alternada, dizia que não só a literatura como todos os que tentam explicar o funcionamento do universo sem a existência do éter são fúteis e estão destinados ao esquecimento.

Finalmente, a Sabedoria Antiga registra que “Esotericamente, Akasha é o Espaço Divino, e só no último e mais baixo dos planos, ou seja, em nosso Universo visível ou na Terra, é que se converte em Éter.” (H.P.B. Doutrina Secreta, Vol.VI, p.137, ed.1998. Pensamento).

Poeticamente falando, Éter são os espaços celestes. E é nesse sentido que lhes apresento algumas imagens de Nebulosas e Galáxias captadas do Google, com uma trilha musical composta com o auxílio do teclado Tyros5 da Yamaha.

Comecei e termino o texto com Aristóteles, para quem “A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição.”

Ballet Romântico

 Atapoã Feliz

Fazendo uma incursão no estilo “Movie&Show” do teclado Tyros 5 da Yamaha, deparei-me com “RomanticBallet”. Aleatoriamente toquei um acorde. Com introdução e acompanhamento do teclado, fiz a melodia “Ensaio II – Ballet Romântico”. Depois, fui pesquisar o verbete Ballet Romântico e encontrei “Giselle”: argumento de Jules Henry Vernoy De Saint-Georges, Théophile Gautier e Jean Coralli , inspirado em uma balada de Heinrich Heine; coreografia de Jean Coralli e Jules Perrot; música de Adolphe Adam. Segundo, ainda, a Grande Enciclopédia Larousse Cultural, “Giselle” estreou na Ópera de Paris em 1841.

Não satisfeito, ainda, com a pesquisa, localizei no You Tube o vídeo “Giselle”, com Roberto Bolle e Svetlana Zakharova. Produção de Raitre Raitrade, com a duração de 1 hora e 45 minutos . A peça é magistral. A música, então, é maravilhosa!

Confesso que após ouvir a música de Adolphe Adam, hesitei muito em apresentar a nossa “trilha”. Contudo, não vou deixá-la armazenada só por causa de uma eventual crítica.

Conforme esclarecido alhures, a razão de ser deste blog é a Música, de sorte que, com referência à história do Ballet Romântico, deixo aos entendidos a sua narrativa.

Com imagens referentes à “Giselle”, captadas do Google, apresento “Ensaio II- Ballet Romântico”, sem finalidades lucrativas.