Arquivo mensais:dezembro 2018

Pergunta a ti mesmo

 

Atapoã Feliz

Ao contrário do que muita gente pensa, todas as coisas, inclusive as inanimadas, têm muita serventia. Até uma simples samambaia de plástico serve para ornamentar uma sala.

Forçoso é concluir, então, que não estamos aqui à toa.

Fixado este ponto, pergunta a ti próprio a que vieste.

Indaga que legado de tua autoria ficará para a Humanidade…

Medita, procura descobrir quais são as tuas tendências, aversões e preferências.

Lembra que desenvolver nada mais é do que retirar o envoltório grosseiro, camada por camada, e com elas livrar-te-ás, em definitivo, das imperfeições, até ressurgir, deslumbrante, o verdadeiro Eu.

Anota que todos os bons pensamentos, convertidos em boas ações, farão a retirada das substâncias toscas sobrepostas, tornando cada vez mais leve o fardo que na tua invigilância colocaste no teu alforje.

Antes de criticares uma obra literária, científica ou artística do teu irmão, indaga a ti próprio se já fizeste algo semelhante. Se a resposta for negativa, não tens capacidade para criticar porque tu és inexperto. Se afirmativa, nem pensarás em censurar um trabalho do teu colega.

Observa que, segundo a Sabedoria Antiga, quanto mais desejares o bem ao próximo e menos para ti próprio, mais leve será o fardo e menor o número de vezes de peregrinação que repetes por insondável evo…

Verás que não será nenhum gesto magnânimo de tua parte; apenas estarás recompondo o que tiraste indevidamente.

Percebe que os obstáculos encontradiços aqui e ali já se repetiram por várias oportunidades e ainda não conseguiste transpor; caso contrário, não reapareceriam.

Não percas tempo com as recordações que te aborrecem; também não deixes os maus pensamentos povoarem a tua mente, verdadeiras âncoras que nos impedem de atingir a meta. Substitui por algo agradável. Sempre que ocorrer um mau pensamento, lembra daquela flor orvalhada ou da sombra de uma grande árvore, tantas vezes quantas forem necessárias, até cessarem as investidas do hóspede pernicioso. Dali para frente, a substituição será automática.

Se ainda não escreveste um livro, não plantaste uma árvore, não fizeste uma música, não pintaste uma paisagem, nem tiraste uma foto,

Dá um sorriso!

A estrela que faltava

 

Atapoã Feliz

Segundo os “entendidos”, não há estrelas verdes no firmamento. Outros, mais cautelosos, arriscam a dizer que, mesmo existindo, não a veríamos naquela cor porque estaria emitindo luz em todas as cores possíveis, fato que levaria nossos olhos a optarem pela luz branca, que é a combinação de todas as cores…

Para que pudéssemos enxergar uma estrela verde – concluem os estudiosos – seria necessário que ela refletisse apenas LUZ VERDE!

Ora, então está resolvido! Essa estrela já existe no firmamento desde o dia 29 de novembro de 2012, data em que o célebre palmeirense, também sociólogo e jornalista, Joelmir Beting deixou precocemente este orbe.

Evidentemente, nesse momento em que o Verdão conquista o deca campeonato , não poderia encerrar o ano sem homenagear Joelmir Beting com o vídeo abaixo, registrando, inclusive, a sua célebre frase: EXPLICAR A EMOÇÃO DE SER PALMEIRENSE, A UM PALMEIRENSE, É TOTALMENTE DESNECESSÁRIO. E A QUEM NÃO É PALMEIRENSE…É SIMPLESMENTE IMPOSSÍVEL!