O Sapateado do Verdão (atualizado)

Atapoã Feliz

Eu não me lembro desde quando sou palmeirense. Parece algo inato.

Segundo consta, “Nenhum clube brasileiro colecionou tantas glórias e ostenta uma história tão vitoriosa quanto o Palmeiras. Tais conquistas, desde estaduais a internacionais, renderam ao Verdão, fundado em 1914, a alcunha de “Campeão do Século 20″, conforme ranking elaborado por órgãos de imprensa e instituições de respeito, como a Federação Paulista de Futebol, o Estado de São Paulo, a Folha de São Paulo e a Revista Placar.”

De acordo, ainda, com os arquivos do Departamento de História da Sociedade Esportiva Palmeiras, “Entre as épocas mais vencedoras da equipe estão as duas Academias (uma na década de 60 e outra nos anos 70) e a chamada Era Parmalat (na década de 90). Maior detentor de títulos nacionais (oito Brasileiros, duas Copas do Brasil e uma Copa dos Campeões), o Palmeiras foi também o primeiro campeão mundial interclubes da história do futebol, ao conquistar, em 1951, a Copa Rio, quando, inclusive, completou as Cinco Coroas – cinco troféus seguidos em um período de um ano: duas Taças Cidade de São Paulo, um Paulista, um Rio-São Paulo e a própria Copa Rio.”(www.palmeiras.com.br).

Além disso, jamais haverá, em tempo algum, uma dupla de meio de campo tão célebre quanto Dudu & Ademir da Guia. Dentre seus torcedores mais ilustres destaca-se o ídolo Roberto Carlos.

Como se sabe a razão de ser deste blog é a Música, mas eu não poderia deixar de homenagear o Palmeiras que, após sofrer agruras que não cabe aqui comentar, ressurge soberbo com toda a sua pujança, conquistando este ano de 2015 o tricampeonato da Copa do Brasil, sob a batuta do competente técnico mineiro Marcelo de Oliveira, num jogo dramático e emocionante com o aguerrido Santos Futebol Clube.

Ontem, antes do jogo, assisti “São Marcos”, belíssimo documentário que narra a trajetória do camisa 12 no Verdão e na Seleção Brasileira. Dirigido por Thiago Di Fiore, Adolfo Rosenthal e Fábio Di Fiore, o filme, dentre outras coisas, narra desde a infância do jogador em Oriente (SP), suas primeiras defesas em Lençóis Paulista (SP); o primeiro jogo com a camisa do Palmeiras, em 1992,e a conquista da Libertadores de 1999 e a Copa do Mundo de 2002, com a Seleção Brasileira.

O Palmeiras sempre teve ótimos goleiros, e com o jogo de ontem não tenho nenhuma dúvida que desponta um novo santo: o São Prass. Nessa partida, Fernando Prass teve uma atuação irrepreensível. Considerando que para a final não valeu a regra do gol qualificado, e tendo em vista que no primeiro jogo o Santos venceu por 1 a 0 na Vila Belmiro, e no Allianz Parque o Palmeiras venceu por 2 a 1 (gols de Dudu e Ricardo de Oliveira), a Copa do Brasil foi disputada nos pênaltis. São Prass pegou um pênalti, cobrou outro e converteu. Com isso o Verdão conquistou o tricampeonato!

Por toda essa glória, o Palmeiras hoje é imitado por muitos. A propósito, já se disse que a imitação é uma lisonja qualificada.

Para demonstração de regozijo nada mais indicado do que o sapateado. Segundo os entendidos o sapateado é “uma dança de palco, em que padrões rítmicos são marcados batendo-se no assoalho com os dedos dos pés e os calcanhares, os pés devidamente calçados com sapatos dotados de placas metálicas (ou ‘taps’, daí o nome inglês ‘tap dance’).” (Dicionário Grove de Música, Jorge Zahar Editor).

Com o teclado Yamaha PSR-S910 surgiu “Sapateado do Verdão”, em homenagem ao grande campeão de todos os tempos.
As ilustrações vêm assinadas pelo talentoso artista Alexandre Leoni, que idealizou o periquito sapateando no seu palco predileto: O Allianz Parque.
O vídeo foi editado por Daniella Fernanda.

2 ideias sobre “O Sapateado do Verdão (atualizado)

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