O Ether

Atapoã Feliz

Não tenho nenhuma formação científica para discorrer sobre o Éter ou Ether físico. Confesso que tentei ler alguma coisa a respeito e cheguei à conclusão de que houve pura perda de tempo dos “entendidos” quanto às intermináveis discussões sobre a existência ou não do éter.

A propósito, três séculos antes de Cristo, Aristóteles já dizia que “A natureza tem horror ao vácuo”. E hoje, continua tendo! Visto que não é possível obter o vácuo absoluto. Nota-se que a problemática do vácuo absoluto está jungida à discussão em torno do éter…

Dèscartes concebia o éter como uma substância que preenchia todos os espaços.

Segundo consta, na Teoria da Relatividade Especial, Einstein ignorou o conceito de Éter. Já na Relatividade Geral o admitiu. Tanto que numa conferência na Holanda, em 1920, registrou que “De acordo com a teoria da relatividade geral, um espaço sem éter é impensável; porque em um espaço assim não haveria propagação da luz, nem possibilidade de padrões de espaço e de tempo (réguas e relógios), nem intervalos de espaçotempo, no sentido físico”. (Éter e teoria da relatividade).

Já os céticos, numa afirmação anticientífica, dizem que “não foi encontrada evidência experimental de sua existência.” Ora, façam-me o favor!

O gênio Nikola Tesla, inventor do gerador de corrente alternada, dizia que não só a literatura como todos os que tentam explicar o funcionamento do universo sem a existência do éter são fúteis e estão destinados ao esquecimento.

Finalmente, a Sabedoria Antiga registra que “Esotericamente, Akasha é o Espaço Divino, e só no último e mais baixo dos planos, ou seja, em nosso Universo visível ou na Terra, é que se converte em Éter.” (H.P.B. Doutrina Secreta, Vol.VI, p.137, ed.1998. Pensamento).

Poeticamente falando, Éter são os espaços celestes. E é nesse sentido que lhes apresento algumas imagens de Nebulosas e Galáxias captadas do Google, com uma trilha musical composta com o auxílio do teclado Tyros5 da Yamaha.

Comecei e termino o texto com Aristóteles, para quem “A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição.”

2 ideias sobre “O Ether

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